/A Pastoral da saúde nas entidades Camilianas

Ecumenismo


  • A opção de ter integrantes das Igrejas protestantes prestando assistência espiritual aos doentes, familiares e profissional da saúde é válida. Mas, não é conveniente abrir as portas do hospital para que todas as igrejas desenvolvam trabalhos pastorais. Não podemos esquecer que todas as Igrejas tem direito de prestar assistência espiritual ao seu fiel. Todavia, nem todas as igrejas têm direito de desenvolver essas atividades regulares no hospital. Por isso, é importante cadastrar uma ou duas denominações somente. As cadastradas se responsabilizarão pela formação do grupo protestante e estarão submissas ao Coordenador(a) do hospital. Na escolha é importante dar preferência às igrejas protestantes tradicionais. A partir delas é que as outras denominações vão desenvolver as atividades pastorais.
  • Um exemplo concreto é a capelania do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo que, apesar do tamanho do hospital, conta com apenas três serviços: Católico, Protestante (Evangélico) e Espírita. Note que o Serviço Católico Evangélico é o que se encarrega de coordenar todos os integrantes dessas denominações.
  • Para que não haja acúmulo de visitas aos pacientes é importante limitar o número de visitantes por dia.

Por exemplo, não é conveniente que cada doente receba no mesmo dia a visita de duas ou três denominações religiosas.
Por isso, cada denominação que faz parte da pastoral da saúde deverá ter seu dia e seu horário determinado. É importante evitar também fazer celebração de missa e culto, se houver, num mesmo dia da semana.

  • Todos os serviços de Pastoral da Saúde do hospital serão dirigidos pelo Coordenador(a) da pastoral do próprio hospital. Coordenador que estará subordinado ao administrador do hospital.